sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A emoção primordial do Cinco é o medo mental

A emoção primordial do Cinco é o medo mental.

Aqui cabe uma explicação. Há o medo instintivo e há o medo mental. O medo instintivo é bom, faz parte de nossas ferramentas de sobrevivência. É aquele mecanismo que avisa você que é bom correr ou então se preparar para lutar. Já o medo mental é aquele que a gente cria com a própria mente, imaginando cenários e acontecimentos que no fim nunca acontecem (felizmente).

O Cinco busca o conhecimento para se sentir seguro. Ele bloqueia os instintos e sentimentos e se concentra nas informações. O Cinco gosta de se isolar e observar. Quando encontra pessoas de que gosta (poucas), baixa sua ponte levadiça e permite que adentrem seu espaço.

Como bloqueia os intintos e sentimentos, ele se sente “possuído”, tomado por um alien, quando vivencia alguma emoção. Sua reação neste caso é se afastar da emoção e avaliá-la intelectualmente.

Quando em crise o Cinco se apega exageradamente ao conhecimento e se isola do mundo para evitar o sofrimento da perda. Quando supera este medo, consegue perceber a abundância da vida e conquista o despreendimento através da percepção de que há muito de tudo para todos.

http://coisasqueeuacho.blogspot.com.br/2010/06/eneagrama-tipo-5-minha-torre-meu-mundo.html

Corpo e Eneagrama


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O MUNDO FÍSICO ATRAVÉS DO ENEAGRAMA


Se pra você aquela aula de localizada é uma tortura, praticar alpinismo é coisa de maluco e jogar squash é algo muito complexo...Não se desespere! Sempre haverá um esporte ou uma atividade física própria para você, que respeite sua individualidade e lhe permita unir lazer, saúde e desenvolvimento pessoal.

A partir do Eneagrama, retratamos o perfil físico de cada personalidade, quais são suas atividades afins, que características pessoais ajudam em tal esporte, como é seu grau de energia, etc. Conhecendo-nos melhor através do Eneagrama, seremos capazes de escolher atividades que harmonizem nossas necessidades físicas, sociais, emocionais e mentais.

Algumas personalidades do Eneagrama se destacam em termos de disposição e alto grau de energia: Perfeccionista, Contestadora e Controladora. Como conseqüência, essas pessoas escolhem esportes que extravasem a hiperatividade, competitividade e alta disposição que possuem. Já os tipos Romântica e Pacificadora são mais passivos, ou seja, “teoricamente” mais tranqüilos, que interiorizam seus sentimentos e buscam na atividade física uma sintonia diferente dos tipos acima, mais para dança, relaxamento e passeios do que para lutas, futebol ou rafting.


Confira um por um dos tipos do Eneagrama e suas afinidades físicas:

Perfeccionista

Está sempre procurando se aperfeiçoar através de altos desafios. Procura esportes individuais e prefere aqueles altamente complexos como squash e tênis, onde precisa tanto dos braços e pernas, como da mente. Com um elevado grau de competitividade, a perfeccinista está sempre se exigindo ao máximo, convivendo com o stress que, as vezes, a torna um pouco agressiva

Prestativa

Procura esportes onde ela possa servir os outros, tais como levantadora de vôlei ou armadora de basketball. Ela adora esportes coletivos por que se dá muito bem trabalhando em equipe e adora se tornar indispensável. Altamente motivada, ela não faz questão de aparecer, preferindo que os outros apareçam através dela.

Materialista

Gosta de freqüentar academias badaladas e fazer atividades da moda tais como spinning, body pump e tae-bo. Adora ficar em grupo e faz questão de ter um professor famoso. Tem alto grau de motivação, é extremante sociável, cuida muito do visual e está sempre disposta e animada. Não gosta muito de praticar esportes que exigem alto grau de sinergia e coordenação, preferindo assim atividades simples que lhe tragam um retorno estético rápido, como abdome bem definido, pernas bem torneadas e um corpo malhado.

Romântica

Ela normalmente evita esportes e ginástica. Prefere atividades como jazz, danças de salão ou ballet. Adora dançar a dois, principalmente bolero e tango. Prefere não gastar muita energia, já que não faz parte da turma da transpiração... Prioriza a expressão corporal e facial e procura atividades que, em primeiro lugar, lhe agradem. E geralmente são as que não estão na moda....


Observadora

Busca a Yoga e atividades semelhantes para harmonizar a mente e o corpo. Ela procura atividades que ajudam a pensar e refletir, e assim encontrar paz. Freqüentadora assídua de relaxamento e alongamento, também curte caminhada ecológica. É muito voltada ao bem estar e tem uma alta preocupação com a sociedade e o mundo. Ela vê seu desenvolvimento através do aspecto físico e mental como algo de muita importância em sua vida. Costuma ser sempre calma e serena.

Contestadora

Procura sempre contato. Freqüentadora ideal das artes marciais, principalmente tae-bo e capoeira. Também curte basquete e futebol. Usa o esporte como uma maneira de descarregar energia, combater o stress e mostrar seu valor. Tem alto grau de disposição e combatividade. Não se interessa por modismos, não tem medo de assumir riscos e tem no esporte sua forma de comunicação com o mundo

Aventureira

Adora praticar esportes novos, exóticos e diferentes, de preferência em lugares longínquos e remotos. Rafting, alpinismo e mountain bike são alguns exemplos. Encara os desafios como uma aventura, porém não consegue ficar em um lugar ou atividade por muito tempo. Cansa facilmente do esporte e está sempre buscando coisas novas. Adora fazer parte de expedições. Dessa forma, ela dá seu grito de liberdade e independência. Não gosta de esportes cheios de regras, nem de atividades monótonas e cansativas, tais como corrida e natação.

Controladora

Adora esportes coletivos e de combate. Tem alto grau de energia e não aceita derrotas, o que pode gerar atitudes ríspidas e agressivas na hora da derrota eminente. Adora aparecer como “Salvador da Pátria”. Tem dificuldades no relacionamento, mas acaba se encaixando como assistente do treinador porque respeita a autoridades. Demonstra muito esforço e garra, porém tem tendência obsessiva de esquecer a vida e se envolver totalmente no jogo. Podem fazer papel de capitão e líder, tipo o pivô do basquete, a zagueira do futebol ou o principal atacante do vôlei

Pacificadora

Evita esportes e atividades que envolvam contato físico. Adora ser árbitro e juíz. Quer manter sua posição de neutralidade acima de tudo. Prefere atividades de grupo, mas apenas as que não exigem competição, tais como caminhadas noturnas de bicicleta, passeios ecológicos ou andar na praia nos fins-de-semana.

http://www.experta.com.br/tariqexperta/voce/voce_corpo20010111.html


para refletir..e não para aceitar sem questionar.....rs

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Brasil, Tipo 7 no Eneagrama


"Eneatipos do Eneagrama são visões de mundo. Segundo a teoria, cada um de nós em algum estágio das nossas vidas acabou por adotar uma estratégia de sobrevivência, uma máscara (ou tipo) que a nossa mente criou para para sobreviver às intempéries do mundo. Portanto,  em tese, essa poderosa ferramenta de auto-conhecimento deveria ser aplicada somente em nós mesmos e nas demais pessoas que nos cercam. De qualquer forma, quando discutimos, compartilhamos e aprendemos sobre o Eneagrama é muito proveitoso aplicá-lo nas diversas facetas da nossa vida com o intuito de elucidar ao máximo todos os aspectos.
Nesse sentido, irei pegar emprestado do poeta a sua a licença, e aplicar o eneagrama no meu querido e belo país: o Brasil.


Se o Brasil fosse representado por um dos eneatipos, certamente ele seria o tipo 7 no eneagrama. É possível reconhecer na cultura nacional brasileira vários pontos relacionados a este tipo, vamos a alguns deles:

Ver o lado positivo da vida: brasileiros são amplamente reconhecidos pela sua agilidade de focar no lado positivo das coisas, apesar dos enormes problemas sociais que enfrentam. Debates sobre os problemas sociais são frequentemente seguidos por uma afirmação do tipo “Sim, mas….”. Em uma pesquisa realizada com vários países do mundo, brasileiros estiveram no topo da lista na pergunta “Eu acredito que o meu país é o melhor lugar do mundo para se viver”. Alguns sociólogos dizem que se algumas coisas que acontecem no Brasil estivessem acontecendo em outro país, por muito menos uma guerra civil teria eclodido, mas não aqui, onde as pessoas parecem estar felizes não importa o que aconteça.

Se divertir: brasileiros são muito festeiros, não importa sua condição social.
Um grande exemplo é a devoção que várias pessoas da camada social menos abastada tem ao Carnaval. Grande parte da vida dessas pessoas é dedicada ao planejamento anual de um desfile anual que dura cerca de uma semana em Fevereiro. Isso acontece nas Escolas de Samba – que estão longe de ser um estabelecimento educacional tradicional – mas um local no qual milhares de pessoas da comunidade se encontram para ensaiar o desfile de carnaval sob o ritmo frenético de tambores, samba e muita alegria.
Outro fato que exemplifica a ânsia pela diversão é que a maioria dos brasileiros gasta praticamente todos os seus Reais ao invés de poupar o seu dinheiro – mesmo que o Banco Central matenha a taxa de juros como uma das maiores de todo mundo – o que acaba dando trabalho para os economistas explicarem.

Flexibilidade e Criatividade: essa é uma característica positiva atribuída aos brasileiros, de jogadores de futebol a homens de negócios. Por exemplo, uma análise de um jornal de negócios apontou que muitas companhias norte-americanas e Européias estão contratando diretores financeiros brasileiros, porque “apesar de serem da área financeira, são pessoas muito criativas e capazes de contornar problemas de forma diferente”. Isto também pode ser observado na história recente do país, antes da criação do Real, quando a inflação atingia níveis impraticáveis e a criatividade fazia parte da estratégia de sobrevivência de todo um povo.
Ao mesmo tempo, também pode ser observado no famoso “jeitinho brasileiro”, afinal, não importa a situação, mas quase sempre encontramos uma forma de fazer aquilo do nosso jeito, com muito flexibilidade. Isso também inclui o jeito que os brasileiros lidam com as regras, burocracia, dinheiro, compromissos, etc.

Espontaneidade: os brasileiros são conhecidos, por exemplo, pela sua hospitalidade para com os estrangeiros e a facilidade com a qual conseguem estabelecer amizades rapidamente com as pessoas. Recentemente, um diretor de uma empresa multinacional para qual eu trabalho me confidenciou que adora o Brasil porque sempre quando ele voa do seu país natal na Europa para o Brasil, ele faz amizades com praticamente metade das pessoas no avião e alguma delas (pra sua grande surpresa) ainda o convidam para irem até as suas casas. Não são muitos os brasileiros que falam inglês, mas ainda sim, os falantes nativos em inglês geralmente dizem que consegue se comunicar bem com os brasileiros, por meio de muita linguagem corporal, gestos, caras e bocas.

E aí, o que você acha? O Brasil é ou não é tipo 7 no Eneagrama ?"


Alexandre Lourenção é publicitário pela ESPM, criador do Coletivo Ventríloquo, planner pela Miami Ad School, dublador, videomaker e entusiasta das novas tecnologias, há mais de 15 anos trabalha com meios digitais.
Foi assistente de professor na ESPM e é autor colaborador do livro ‘Propaganda – Teoria, Técnica e Prática’ de Rocha júnior, Garcia e Sant’anna 2008, publicação referência para estudantes de comunicação.
Há 10 anos estuda Eneagrama e outras ferramentas de desenvolvimento. Em 2010 concebeu, junto com Urânio Paes e a equipe up9, o projeto online Mundo Eneagrama no qual hoje é o atual gestor de conteúdo, autor colaborador e responsável pelo perfil no twitter @mundoeneagrama





http://mundoeneagrama.org/2011/07/brasil-tipo-7-no-eneagrama/

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) reconheceu, em 2008, o último sábado do mês de maio como o “Dia Mundial do Eneagrama”





http://mundoeneagrama.org/2012/05/congresso-brasileiro-coincide-com-o-dia-do-eneagrama/

Usain Bolt, um “Tributo” ao Tipo Sete (POSTADO POR MUNDO ENEAGRAMA EM AGOSTO 6, 2012 ÀS 7:57 AM) Por Urânio Paes (@uraniopaes)



"Usain Bolt se tornou bicampeão na prova sobre a qual recaem as maiores atenções durante uma Olimpíada, os 100 metros rasos. Dois milhões queriam um ingresso para ver Bolt fazer história no Estádio Olímpico de Londres; 80 mil privilegiados conseguiram. E, seguramente, não se arrependeram e jamais se esquecerão do que viram. Bolt virou uma atração; é um prato cheio para quem quer compreender melhor o perfil do Sete no Eneagrama.
O jamaicano, antes de mais nada, é simpático e carismático. Conquista as pessoas com a descontração, irreverência e espontaneidade. Atrai olhares e as câmeras de todo o mundo com um estilo informal, charmoso e alegre. Segundos antes de iniciar uma prova tão tensa e importante, lá estava Bolt, sorrindo, brincando com o público, com as câmeras, beneficiando-se duplamente disso, algo que parece melhorar sua performance e irritar alguns de seus adversários diretos.
Depois da prova, ele comemora com o público, abraça outros competidores, fala com a imprensa com uma informalidade típica daqueles que costumam “nivelar a autoridade”, uma marca do Tipo Sete. Estes comportamentos são formas eficazes de diminuir a tensão e aumentar o relaxamento e a autoconfiança.
Bolt exemplifica bem uma das formas de se diferenciar um Sete de um Três (muitos poderão questionar essa breve análise, afinal de contas, ele disse que estava feliz por ser o melhor do mundo). Ao olhar para a própria imagem no telão do estádio, Bolt gosta do que vê e costuma brincar mais. Neste momento, ele passa uma impressão de fazer exatamente o mesmo quando se olha em um espelho dentro de sua própria casa, ou seja, demonstra que não está nem aí para a aprovação do público, mas que curte e tem prazer na informalidade dessa interação pouco protocolar. O Sete está mais para “narcisista”, enquanto o Três está mais para vaidoso (em sentidos não patológicos/julgadores das palavras). Para Bolt, se os outros gostam ou não dele, isso, provavelmente, se torna mais uma questão de bom gosto ou mau gosto (dos outros, claro) do que motivo de preocupação.
Assim, de forma natural e espontânea, ele encanta as pessoas. Compare-o, por exemplo, às poses de Cristiano Ronaldo, um Tipo Três, quando se olha no telão antes de bater uma falta.
NAS ORGANIZAÇÕES – É possível estabelecer uma analogia com o que acontece em empresas. Muitas vezes, vejo os executivos do Tipo Sete buscando se divertir momentos antes de reuniões decisivas, por exemplo. Essa iniciativa pode trazer efeitos positivos para eles e para os resultados buscados. Empresas míopes e fracas no tema da diversidade, acostumadas a “pasteurizar” seus colaboradores, inibem esta estratégia dos Setes e, com isso, conseguem o oposto do que desejam: diminuem suas performances. Neste sentido, os fãs do esporte – e deste mito chamado Usain Bolt – deveriam agradecer de joelhos o fato dele ter nascido jamaicano. Sim, porque, nesse país, estas estratégias do Tipo Sete são aceitas e bastante apoiadas.
Uma das características da “gula”, que é a paixão ou o vício emocional do Sete, é acessar uma energia acima da média em determinadas situações, de forma ligada ao prazer (sugiro a leitura do artigo “Tipo Sete: paixão da “gula” e Virtude da “Sobriedade”). Esta característica, no caso de Bolt, parece canalizada de forma muito positiva, correndo de maneira mais rápida (o que rende o ouro, dá prazer) e intensa, que assombra leigos e especialistas, gerando debates sobre os limites biológicos do ser humano para uma prova como esta. É claro que suas características biológicas são decisivas, mas também me parece evidente que não somos feitos apenas do biotipo, mas também de nossa psique. É assim que Bolt, com uma energia acima da média, se percebe, constrói a sua personalidade.
Este, aliás, é um bom momento para lembrarmos uma importante lição: “bendita personalidade”. É fundamental pararmos de demonizar a personalidade no nosso trabalho de crescimento pessoal. As abordagens mais modernas (de trabalho interior) buscam integrar a personalidade e usá-la positivamente no trabalho de busca das qualidades essenciais, em vez de gerar confrontos improdutivos com nossos padrões. Parece que Bolt também sabe fazer isso muito bem, ao menos nos 9,63 segundos de sua inigualável corrida como homem mais rápido do mundo em todos os tempos. Tomara que possa, assim, inspirar uma parcela de seus bilhões de telespectadores na importante tarefa de mobilizar forças da personalidade para algo de nível efetivamente superior.
Um detalhe curioso da performance de Bolt é que ele larga pior do que a maioria dos seus adversários. Curiosamente, e isso também diferencia de forma muito precisa Setes e Três, ele admite isso publicamente. Aqui, não se trata de fazer uma crítica ao Tipo Três, apenas de dizer que os Setes podem ser menos refratários a admitir, publicamente, seus gaps, já que ele não se importa com a aprovação dos outros. De qualquer forma, essa “limitação” na largada decorre, em parte, de sua altura e tipo físico. Porém, mais uma vez, duvido que este seja o único fator. Acredito que isso acontece por ele ser um tipo mental do Eneagrama, que demora um pouco mais para ir para a ação. Os tipos instintivos (8, 9 e 1) tem uma facilidade um pouco maior de ir para a ação e, em geral, são “melhores” (possuem aptidão) em “arrancadas” (é o caso, a meu ver, de Ronaldo Fenômeno e César Cielo, ambos prováveis Tipos Nove do Eneagrama). Talvez, também, este seja um “efeito colateral” do fato de Usain Bolt brincar bastante, de forma mental, até poucos segundos antes de largar. Assim, ouso dizer que Bolt, talvez, ganhe alguns centésimos de segundo em sua performance, se for corretamente treinado com técnicas que usamos associadas ao Eneagrama, de desligar os pensamentos e acessar o instinto.
Por fim, a história recente de Bolt nos mostra uma sabedoria de como as pessoas do Tipo Sete podem de desenvolver. Há um ano, Bolt fracassou no Campeonato Mundial de Atletismo, na Coreia do Sul. Depois de todo um semestre aquém das expectativas, ele simplesmente queimou a largada e foi desclassificado. De lá para cá, muitos analistas duvidaram que o jamaicano pudesse se recuperar e repetir seus melhores momentos. Neste cenário, o que fez Bolt? Ele se isolou. Antes da Olimpíada, passou três semanas recluso e concentrado, longe de tudo e de todos, sem gerar ou alimentar o noticiário. Do ponto de vista do Eneagrama, o que Bolt fez foi acessar a força da sua flecha Cinco. Quando caminhamos contra a flecha no diagrama do Eneagrama, nós nos energizamos de uma maneira muito especial e, para um Sete, isto acontece no ponto Cinco do diagrama. E, quando isso é bem feito, na hora certa, o Tipo Sete pode ir para o ponto Um (flecha a favor), obtendo o melhor deste ponto, como disciplina, foco e instinto mais ativo (que tonifica e deixa as pessoas mais “espertas” nos movimentos físicos). Ou seja, Bolt fez a caminhada de crescimento que preconizamos para nossos alunos do Eneagrama: foi contra a flecha e, depois, a favor dela no diagrama, obtendo sucesso.
Por ser jamaicano, Bolt é um “duplo Sete”, ou seja, Sete na personalidade e Sete na cultura nacional, o que faz com que nós, brasileiros, nos identifiquemos ainda mais com ele (o Brasil também é Sete – sugiro a leitura do artigo “Brasil, Tipo Sete no Eneagrama”, de Wagner Belmonte neste blog). Por isto, já estou desde já na torcida para que este mito esteja na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, ganhando pela primeira vez três Ouros na prova mais importante do atletismo mundial (ontem, ele se igualou ao norte-americano Carl Lewis). Aposto que a energia brasileira (Sete) e carioca (outro “duplo Sete”) será contagiante para Bolt. Que, por sua vez, também será contagiante para nós, brasileiros.
Bolt revelou que sonha repetir seus feitos nos Jogos do Rio. “É verdade que terei 30 anos. Mas acho que pode ser divertido”, avisou o jamaicano. Sorridente, ele chegou a cantar “Every little thing is gonna be alright”, do também jamaicano Bob Marley, com um grupo de repórteres. Questionado se sentia uma “lenda do esporte” por ter quebrado o próprio recorde olímpico de 9s69, Bolt fez cara de contrariado. “Não, não. Estou a um passo (de me tornar uma lenda). Eu me sinto quase uma lenda”, brincou.
A reação de Blake, medalhista de prata, também foi bastante peculiar. “Fiquei com a medalha de prata. O que mais posso pedir? Ser o segundo homem mais rápido do mundo atrás de Bolt é uma honra”, disse.

O “Sete” Usain Bolt:

 Recordes mundiais:
100 m rasos – 9s58 (2009)
200 m rasos – 19s19 (2009)
Recordes olímpicos:
100 m rasos – 9s63 (2012)
200 m rasos – 19s30 (2008)
Títulos:
Bicampeão olímpico dos 100m (2008/Pequim e 2012/Londres), campeão olímpico dos 200m e 4x100m em 2008."





sábado, 26 de maio de 2012

Sobre o Eneagrama:



"Este trabalho e o seu potencial pratico foi notado e referenciado ao mais alto nível, passando a ser utilizado com sucesso em empresas e organizações como por exemplo a NASA e a UNICEF, tornando-se referência obrigatória em Universidades de renome, como Stanford em Palo Alto, Califórnia, nas áreas de estudo sobre comportamento humano.
As empresas, nomeadamente as multinacionais tem vindo de forma crescente a adoptar o Eneagrama nos seus programas de desenvolvimento e Recursos Humanos, seguidos cada vez mais pelo restante tecido empresarial um pouco por todo o mundo ocidental, com incidência no Brasil, onde existe já uma excelente escola neste domínio e a que as empresas daquela economia em expansão estão a recorrer de forma crescente."
http://www.eneacoaching.com/eneacoaching/mundo

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Quando o Eneagrama e a Educação andam juntos…


Por André Prudente

O Eneagrama, como um mapa de consciência que é, descreve nove dons humanos que se estruturam como nove traços de personalidade, os quais representam maneiras diferentes de ver e lidar com a vida. Compreender como esses traços influenciam o modo de sentir, pensar e agir das pessoas ajuda a entender a maneira peculiar que cada indivíduo tem de expressar seu Ser na existência. Aprender o jeito que cada um tem de estar no mundo permite saber como se relacionar com os outros facilitando para que eles expressem o que há de melhor neles próprios.
Considerando a educação como a maneira mais básica e vital para formação do ser humano e que ela deve ser iniciada já na primeira infância, torna-se uma tarefa de extrema importância descobrir modos de desenvolver os potenciais das crianças e jovens por meio de um processo educativo amplo e inclusivo. A educação integral promove isso atuando em quatro dimensões humanas: física (do agir e fazer); emocional (do sentir e conviver); mental (do pensar e conhecer) e espiritual (do intuir e Ser). Dessa maneira, temos os quatro pilares educacionais definidos pelo Relatório Jacques Delors (da Unesco) para educação do século XXI: ensinar a fazer, a conhecer, a conviver e a Ser.
Quando o Eneagrama se encontra com a Educação Integral, descobre-se um mapa muito completo, o qual revela em si uma proposta prática e profunda de Educação Integral que possibilita a união perante a diversidade, pela percepção de que o diferente não é oposto, mas sim complementar. Em outras palavras, essa junção leva a uma educação inclusiva que pode ajudar crianças, jovens e educadores a conseguirem ver na especificidade de cada indivíduo uma possibilidade de aprendizado e crescimento e não um motivo para se afastar e julgar. Somente assim é possível construir uma sociedade mais amorosa, pacífica e feliz.
O Eneagrama da Educação
A Educação Integral na infância e juventude promove processos de aprendizado holísticos. A cada descoberta, o aprendiz descobre algo sobre si mesmo, os outros e o universo, que o ajuda a se tornar tudo que ele pode ser. Seus potenciais emocionais, mentais, físicos e espirituais unem-se como dons úteis na vida prática, transformando-se em ferramentas para compreender a realidade e agir no mundo com consciência.
O Eneagrama serve de guia para o educador. Como um mapa do tesouro, apontará os caminhos onde estão esses potenciais (tesouros da essência) e onde estão os nós da personalidade (padrões egóicos que estimulam comportamentos destrutivos) do aprendiz. Com uma boa orientação, que respeite os limites e possibilidades da pessoa, mas aponte caminhos saudáveis de superação, qualquer criança ou jovem pode aprender quase tudo.       
O Eneagrama da Educação é uma parte desse mapa do tesouro que mostra a base do que os educadores devem desenvolver em si (para educar melhor) e nos aprendizes (para eles aprenderem melhor). O quadro a seguir descreve e explica esse Eneagrama em três partes do ato educativo: essência; formas e processo.
Quadro 4: O Eneagrama da Educação
A essência do ato educativo = seu fim último

O círculo do eneagrama representa a essência (verdadeiro ser) de cada indivíduo. Educar para ser consiste em ensinar a criança e o jovem a expressar seus potenciais e dons, o auxiliando a ser tudo que pode ser. Significa também cuidar da sua dimensão espiritual, ensinando-lhes valores humanos que o ajudarão na construção dos sentidos da sua vida e despertando-lhes a intuição para tomar decisões e fazer escolhas com sabedoria.

As formas do ato educativo = os três tipos de potenciais que a educação visa revelar
Educar para Fazer = o topo do triângulo eneagramático representa a dimensão física de cada indivíduo, regida pelo centro de inteligência da ação (centro físico ou instintivo). Educar para fazer consiste em ensinar a criança e o jovem a agir com consciência de como os seus atos afetam na sua vida, na dos outros e na do planeta.
Significa também cuidar da sua dimensão física, ensinando-lhes a cuidar do seu corpo: ter consciência corporal das suas sensações, alimentar-se bem, dar-lhe o repouso necessário para restabelecer as energias, exercitá-lo para mantê-lo flexível, tonificado e cheio de vitalidade.
Educar para Conviver = o vértice direito do triângulo representa a dimensão emocional de cada indivíduo, regida pelo centro de inteligência emocional (centro emocional). Educar para conviver consiste em ensinar a criança e o jovem a sentir com consciência, percebendo como os seus sentimentos e desejos, afetam no seu modo de agir no mundo e interagir com as outras pessoas. Significa também auxiliar-lhes a lidar com as emoções desagradáveis como a raiva, a tristeza e o medo para que elas não cresçam e se tornem a base da sua ação.
Educar para Conhecer = o vértice esquerdo do triângulo representa a dimensão mental de cada indivíduo, regida pelo centro de inteligência do pensamento (centro mental). Educar para conhecer consiste em ensinar a criança e o jovem a pensar com consciência, ampliando o seu conhecimento sobre si mesmo, os outros e o universo. Significa também ajudar-lhes a interpretar suas experiências de vida com flexibilidade e criatividade, os tornando pessoas abertas para questionarem suas crenças e explicações sobre as coisas sempre que elas não se adequarem mais à realidade.
O processo do ato educativo
Héxade = a figura de seis pontos do eneagrama representa a lei universal de que tudo no universo está em constante transformação. Ela revela que a educação deve ser encarada como um processo gradual, mas contínuo, de expressão da essência da criança e do jovem (seu verdadeiro ser) em formas físicas (comportamentos), mentais (pensamentos) e emocionais (sentimentos).
Indica também a importância do educador ajudar seus aprendizes a respeitar e seguir o fluxo natural da vida, sem que sofram tanto com as mudanças inevitáveis da existência.  Em suma, mostra que o processo do ato educativo consiste em aprender (conhecer) na convivência (conviver) com os outros para agir (fazer) expressando os dons e potenciais da essência (ser), o que gera paz, saúde e felicidade.de = a figura de seis pontos do eneagrama representa a lei universal de que tudo no universo está em constante transformação. Ela revela que a educação deve ser encarada como um processo gradual, mas contínuo, de expressão da essência da criança e do jovem (seu verdadeiro ser) em formas físicas (comportamentos), mentais (pensamentos) e emocionais (sentimentos).
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* André Barreto Prudente – André é psicólogo de formação, mas educador de coração tem como missão de vida o trabalho pela infância. Mestre em psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e diretor do Núcleo de Evolução Humana de Sergipe (NEHSE), onde atua como psicoterapeuta de crianças, adolescentes e adultos e como professor de Eneagrama; é vice-presidente da Associação Brasileira do Eneagrama (IEA Brasil), pesquisador de novas aplicações do Eneagrama, especialmente o seu uso com crianças, e criador da coleção de livros infantis “Nove Estrelas na Terra” (nove histórias inspiradas no Eneagrama); facilitador do projeto Curtindo o Coração e coordenador do Núcleo Aracaju da Aliança pela Infância. Contato:andrebprudente@gmail.com
http://mundoeneagrama.org

O ENEAGRAMA EM ANIMAÇÕES DIGITAIS


Especialistas apontam que algumas produções conseguem criar personagens cujo desenvolvimento ao longo da trama vão além dos esteriótipos
Por Jeniffer Villapando*
O mundo das animações digitais também permite uma série de análises sob o prisma do Eneagrama. Ao tentar identificar os personagens de acordo com seus prováveis Tipos, é possível compreender com mais facilidade as motivações deles e a visão de mundo dessas carismáticas – e por vezes controversas – figuras. “Em animações mais recentes, nota-se um pouco mais de consistência de personalidade em personagens”, explica Urânio Paes.
Em Rango (2011), que faturou o Oscar de melhor animação deste ano, há um bom exemplo a se observar: “O protagonista é um camaleão que, por acidente, sai de seu viveiro artificial e cai em uma dura realidade. Lá, ele imita os outros e se torna o protótipo do que é mais valorizado pelo meio. Acaba virando um herói, mas, intimamente, incomoda-se com suas próprias mentiras e deseja saber quem ele realmente é. Quando é desmascarado e assume ser uma farsa, entra no vazio e inicia sua transformação maior – e, por consequência, a dos outros a seu redor. Metáfora interessante do Tipo 3 no Eneagrama e da passagem pelo ponto 3 (e depois o 4, 5 e o 6) no caminho do herói para cada um de nós”.
Rango é um camaleão que acidentalmente vai parar em Dirt, uma cidade do Velho Oeste sem lei. Os moradores precisam urgentemente de um xerife e ele “assume” o cargo, mas sua farsa é descoberta.
O psicólogo André Prudente também chama a atenção para a questão da consistência da personalidade de alguns personagens: “Tenho a impressão de que as
animações já conseguem, mais do que os outros tipos de filmes, criar personagens cujo desenvolvimento ao longo da trama vão além dos estereótipos”, diz. Como exemplo,
Prudente destaca Shrek (2001) e Kung Fu Panda (2008). No primeiro, o personagem representa inicialmente um “traço 8 desintegrado”: explosivo, defensivo, causa medo com seus gritos e atitudes, e usa sua força para atingir seus próprios interesses. Depois, devido à força transformadora do amor (nesse caso, da princesa Fiona), integra-se,passando a utilizar sua sinceridade e determinação em favor de todos os oprimidos e injustiçados.
O tipo 8 tem a tendência de defender aqueles que são mais fracos.
Já no segundo, o personagem principal, Po, que parece ser um 7, deseja ardentemente ser um lutador de kung-fu, mas leva os treinos na brincadeira e esbalda-se na comida (gula e dispersão típicas dos 7). “Quando ele percebe a seriedade do problema que está afetando a sua aldeia e que, para conseguir ser um bom lutador, precisa ter foco e dedicação, muda de atitude e usa a sua espontaneidade, leveza e otimismo como armas para superar um grande desafio”, pontua.
O tipo 7 tem a tendência de se dispersar e buscar opções mais prazerosas
Para André, “tanto em um filme quanto no outro, os personagens tornam-se representações boas da essência e, por isso, passam a ser modelos inspiradores de valores humanos”.

Eneagrama e Hollywood


“A descoberta do Eneagrama pelo cinema norte-americano aconteceu devido à precisão da ferramenta, que colabora para que o comportamento dos personagens se aproxime do que acontece fora da ficção”, afirma Urânio Paes
Por Jeniffer Villapando*
Para dar vida à Lisbeth Salander nos cinemas – uma órfã que sofre nas mãos de um tutor sem escrúpulos que condiciona a liberação do dinheiro da garota à troca de favores sexuais –, Rooney Mara contou com o apoio do Eneagrama.

Daniel Craig (o 007), interpreta o jornalista Mikael Blomkvist, e Rooney Mara, dá vida a hacker Lisbeth Salander.
A ideia de adotar a ferramenta na composição da personagem da primeira parte da saga Millennium- Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2012) partiu do diretor David Fincher – A Rede Social (2010), que entregou à atriz um livro sobre o tema.
A saga baseada no primeiro livro da trilogia best-seller do escritor Sueco Stieg Larsson, na realidade, é uma adaptação feita por David Fincher da versão dirigida pelo dinamarquês Niels Arden Oplev em 2009. Há quem afirme que a reprodução de Opley trouxe muita “energia”, mas ficou com características de um piloto de série de televisão em comparação ao filme de Fincher. As pessoas que tiveram a oportunidade de assistir às duas versões pontuam diferenças na atuação das atrizes Noomi Rapace – que fez Lisbeth na trilogia original e Rooney Mara. O que o público destaca é que as duas trilham caminhos diferentes para a mesma personagem. Seria um resultado do uso do Eneagrama no roteiro?
Para proporcionar mais consistência à enigmática personagem Lisbeth Salander, Fincher orientou que Rooney entendesse a fundo a ferramenta e compreendesse sua personalidade – aparentemente uma Tipo 5.

O tipo 5 tem a tendência de se isolar das pessoas para ter privacidade e ser auto-suficiente.
Lisbeth aparece quase sempre com um visual andrógino – que tem aparência sexual indefinido entre os dois sexos- penteado alternativo, vários piercings, lápis preto em volta dos olhos, correntes grossas e pontudas e de preto. Por trás dessa silhueta externa, a jovem se revela, no desenrolar do drama, frágil. Sem proteção, a garota aprende a se defender sozinha de seu tutor.
Ao que tudo indica, a ideia de usar o Eneagrama para a reconstrução da personagem trouxe bons resultados. A atuação de Rooney Mara na saga lhe rendeu duas indicações importantes neste ano: melhor atriz de drama no Globo de Ouro e melhor atriz no Oscar.
Para Urânio Paes, da UP9, a descoberta do Eneagrama pelo cinema norte-americano aconteceu devido à precisão da ferramenta, que colabora para que o comportamento dos personagens se aproxime daquilo que acontece fora da ficção. Isso confere mais veracidade a personagens muitas vezes complexos. “Há casos hoje nos Estados Unidos de diretores que escolhem os atores conforme os personagens e os próprios tipos dos atores”, pontua.
Urânio destaca ainda que “ao escolher o próprio tipo ou o tipo ligado a uma flecha, a atuação fica mais convincente”. De acordo com ele, o contrário também pode ocorrer: “uma escolha dissonante entre ator e personagem pode colaborar para que o resultado não convença. Isso explicaria por que “atores genais não se saem bem em determinados papéis”. Para Urânio, é o caso de William Hurt. “Quando ele fez um papel do Tipo 9 (aparentemente o Tipo dele na vida real), no filme O Turista Acidental (1988), foi muito bem, mas quando fez um Tipo 3 no filme Nos Bastidores da Notícia (1987), não foi tão convincente”, exemplifica.

O Turista Acidental
Para o psicólogo e especialista na aplicação do Eneagrama em processos educacionais, André Prudente, “personagens que revelam os dilemas internos (dúvidas, sentimentos, dificuldades, buscas) e externos (modo de se comunicar e se relacionar) dos traços, que passam por um processo de transformação na história e expressam o que há de melhor no seu traço de personalidade, podem vir inspirar as pessoas que estão no mesmo processo”.
No Brasil, contudo, a utilização do Eneagrama pela sétima arte ainda não engrenou. Ao contrário do que ocorre em Hollywood, por aqui não existem grandes entusiastas no uso da ferramenta para os roteiros cinematográficos. Algumas iniciativas, porém, surgem no sentido de mostrar que há um grande terreno a se explorar. É o caso do trabalho desenvolvido pelo dramaturgo e criador do site Letras Criativas (www.letrascriativas.com.br), Felipe Chusyd Moreno, que, desde o fim de 2010, lançou sete publicações em e-books com breves histórias dos tipos do Eneagrama.
A proposta é que, no futuro, esses casos tornem-se filmes. Isso só não saiu ainda do papel devido aos recursos necessários para essas produções. “Cada uma dessas novelas tem dez capítulos, que são os argumentos de possíveis filmes”, conta. Além das salas de projeção, séries de TV também fazem parte dos projetos de Moreno, que vê no audiovisual um instrumento de peso para transmitir ao grande público informações relevantes sobre autoconhecimento. Na próxima semana, vamos tratar do uso do Eneagrama em animações. Até lá.

http://mundoeneagrama.org

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Como o ENEAGRAMA é aplicado na prática dentro das corporações?


"Uma das maiores aplicações que temos é no desenvolvimento da liderança. Digamos que será trabalhado um desenvolvimento de líderes e serão desenvolvidos trabalhos com comunicação, feedback, técnicas de delegação, gerenciamento de estímulos, estratégias e planos de desenvolvimento individual. Antes de executar tudo isso, nós entramos com o eneagrama.
Antes de trabalhar todos esses aspectos, será aplicado o eneagrama para passar a entender as tendências da personalidade do profissional e depois, quando for treinar técnicas de feedback, por exemplo, esse executivo vai entender como a personalidade dele afeta na hora de dar e receber esse feedback: quais são os filtros, facilidades e dificuldades. Ou então na hora de lidar com conflitos: em que a personalidade dele vai influir, que tipo de conflito vai atrair e que tipo vai evitar.
Na liderança como um todo, cada líder, dependendo do tipo de eneagrama, vai ter uma maneira de liderar bem diferente. Então existirão pontos que serão mais tendenciosos, dependendo da personalidade, nas atitudes dele. Mas terão outros que para ele serão mais difíceis.
O eneagrama vai mostrar tudo isso: uma vez que se faz esse mapeamento, entende-se a si próprio e os outros, e o programa de desenvolvimento de liderança fica muito mais poderoso."





Entrevista: Nicolai Cursino fala da aplicação do eneagrama no mundo profissional

Os Tipos em duas palavras


Tipo 4



O Original (Romântico Trágico)

Ilusão-SER É SER ESPECIAL



sexta-feira, 20 de abril de 2012

Estão todos convidados!!!

final artigo - Obrigada Bianca Ganuza!

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continuação do artigo...(5)

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continuação do artigo...(4)

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continuação do artigo...(3)

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continuação do artigo...(2)

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O Eneagrama das Personalidades...artigo

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Claudio Naranjo - O Sentido da Vida


Eneagrama (Claudio Naranjo) 3 de 3


Eneagrama (Claudio Naranjo) 2 de 3


Eneagrama (Claudio Naranjo) 1 de 3


Milton Jung entrevista a Khristian Paterhan na CBN - Eneagrama no trabalho




"Ensino e estimulo aos meus alunos de Eneagrama e clientes Eneacoaching para que cada um de nós compreenda que é algo mais que um número, algo mais que um tipo tal o qual, que todos podemos construir uma personalidade mais centrada e harmoniosa, desenvolvendo o melhor de nos mesmos. Meu sistema de trabalho, que inclui a realização do meu Teste Completo de, Eneagrama 360*, mostra de maneira clara e objetiva todos os aspectos a desenvolver na personalidade, todo o potencial precioso que podemos despertar, todas as possibilidades que estão ao nosso dispor quando, como ensinava Gurdjieff, devolvemos a casa ao seu Amo, O Ser, quando nossa personalidade não é mais apenas um "táxi" dos nossos pequenos "eus", quando nossa personalidade volta a realizar seu papel de veículo do verdadeiro Eu. Que todos possamos compreender que somos o SER...e que Ele, sem importar o nome que lhe atribuimos na nossa ignorância, se manifeste a cada dia mais e mais em forma de Consciência, Reflexividade e Presencia e que assim seja o senhor do nosso Eneagrama pessoal e, possamos compreender que além do pequeno, mal feito e reduzido mapa da realidade que todos construímos, possamos um dia contemplar o vasto território daquilo que é a REALIDADE. Paz a todos!" (Khristian Paterhan)